terça-feira, 5 de novembro de 2013
A chuva e o primeiro dia
Assim, de repente, lembrei da primeira vez que te vi e como os meus olhos sorriram. A vontade de te sufocar num abraço era maior que tudo. Mas a vergonha me vencia. Eu odeio correr, mas eu dava essa desculpa só pra poder passar pra te ver. Depois... aquela vontade de cuidar de você era enorme. Me fazia bem. Sair no meio da chuva pra te levar um remédio. Esquecer que eu ia viajar e que nem as malas eu tinha arrumado, mas ainda assim dá um jeito de ver seu sorriso por mais alguns segundos. Pra que ele ficasse fresco na minha memória, durante o tempo que eu fosse ficar fora. Conhecer sua amiga nesse dia, me fez mais próxima do que era a sua vida. E me mostrava o quanto eu queria e fazia questão de fazer parte dela. Acho que já era amor antes mesmo deu saber. Não é que eu queira reviver nenhum passado. Mas relembrar, faz meu coração acelerar de novo. Assim, como no primeiro dia.
sábado, 26 de outubro de 2013
Eu te pedi...
Eu te pedi pra ter cautela
Te pedi pra não brincar
Não fazer do "eu e você" um desdém
Assim feito estranhos
Perdidos no abismo que é sentir e não falar
Ou falar o que de fato não sente.
Te pedi pra não brincar
Não fazer do "eu e você" um desdém
Assim feito estranhos
Perdidos no abismo que é sentir e não falar
Ou falar o que de fato não sente.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Somando
Nem sei dessa gente toda, dessa pressa tanta, desses dias cheios, meio dias fastos. Colho palavras aonde você planta silêncio. Vi nos seus defeitos um caminho para entender que a vida logo passa e quando a gente vê já é tarde pra dizer o quanto gosta. É a faca afiada de uma vida curta.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Involuntário
Pensei em todas as falsas promessas, todos os "eu te amo" dito da boca pra fora, em vão e automaticamente te chamei de idiota. Foi involuntário. É perturbador quando a gente pensa que conhece alguém e esse alguém te dá uma rasteira, te deixa só no meio do mundo. Sem pensar e nem medir as consequências. Depois de ter vivido o óbvio utópico e de você ter brincado sobre a sinceridade, já não me interessa olhar pra trás.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Por falar em saudade...
Saudade de malhar,imaginando a hora que eu ia te encontrar e fazer aquele mesmo trajeto.
Saudade de inventar desculpas só pra poder passar pra te ver. Saudade de pedir um suco, só pra poder sentar do teu lado e me perder olhando pra você, notando que você levanta a sobrancelha quando fala. Saudade de perder a noção das pessoas ao redor e só conseguir enxergar você. Saudade de você me pedindo pra acreditar e confiar no seu amor. Saudade jogo do Brasil. Saudades eu indo viajar e você me pedindo pra voltar. Saudade do amor descompromissado, leve. Saudade da nossa sintonia. Eu,você, você eu. Saudade você me explicando os diversos tons de verde, da baia de todos os santos. Saudade de quando o frio que você causava na minha barriga, era um frio bom. E eu que achei,que te conhecia.
Saudade de inventar desculpas só pra poder passar pra te ver. Saudade de pedir um suco, só pra poder sentar do teu lado e me perder olhando pra você, notando que você levanta a sobrancelha quando fala. Saudade de perder a noção das pessoas ao redor e só conseguir enxergar você. Saudade de você me pedindo pra acreditar e confiar no seu amor. Saudade jogo do Brasil. Saudades eu indo viajar e você me pedindo pra voltar. Saudade do amor descompromissado, leve. Saudade da nossa sintonia. Eu,você, você eu. Saudade você me explicando os diversos tons de verde, da baia de todos os santos. Saudade de quando o frio que você causava na minha barriga, era um frio bom. E eu que achei,que te conhecia.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
A carta nunca enviada
Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente. Eu estou aqui pra ficar e fazer a diferença que eu puder fazer e aprender com as suas. Nossas diferenças fazem muito para nos ensinar como sermos melhores e entender os presentes que recebemos. Temos muita coisa em jogo e no fim você ainda é minha amiga, ou pelo menos tínhamos a intenção. Para funcionarmos, não podemos terminar. Temos que aprender como nos virar sem o mundo desabar. Tive que aprender a ver e apreciar o que tenho, e o que eu não sou e quem eu quero ser. Mas para isso tudo, eu preciso de você do meu lado. Eu preciso pra ser tudo perfeito. Eu não vou desistir de nós, posso ficar em silêncio, sozinha, sorrindo por fora e sentindo cada segundo de saudade de você... Mas nunca vou desistir de nós. Eu te amo! (15/09/2013)
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Canta Los Hermanos
De tanto eu te falar, você subverteu o que era um sentimento
Fez dele razão pra se perder,no abismo que é pensar e senti
Eu cansei da nossa fuga, já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas não ter o seu lugar
Abre os teus armários, eu estou a te esperar
Pra ver deitar o sol sobre os teus braços castos
Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar
E fazer do teu sorriso um abrigo
Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta pra mim, qualquer coisa assim sobre você, que explique a minha paz
Tristeza nunca mais
Mais vale o meu pranto que esse canto em solidão
Nessa espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela, a primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz, uma só nota.
Fez dele razão pra se perder,no abismo que é pensar e senti
Eu cansei da nossa fuga, já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas não ter o seu lugar
Abre os teus armários, eu estou a te esperar
Pra ver deitar o sol sobre os teus braços castos
Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar
E fazer do teu sorriso um abrigo
Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta pra mim, qualquer coisa assim sobre você, que explique a minha paz
Tristeza nunca mais
Mais vale o meu pranto que esse canto em solidão
Nessa espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela, a primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz, uma só nota.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Pensando sem pensar
Eu insisto em pensar em você e reviver, mesmo que só dentro de mim, a nossa história. Não sei o que eu procuro. Talvez simplesmente esse arrepio que o simples som do seu nome me traz. Essa sensação que eu definitivamente não sei descrever, mas eu sei que não é boa de se sentir.
Durante muito tempo eu quis te esquecer e deixar pra trás tudo de mais bonito que nós vivemos. As mágoas, essas sim eu me apeguei. Os seus erros e o processo de como te transformar na vilã da nossa história que nunca teve bom e ruim.
A convivência se foi, com o tempo, as notícias também. Comemorei todas as vezes que eu pensei que você viria atrás de mim com aquele papo de sermos amigas e você não veio. Eu queria que você viesse, mas de peito aberto. Eu quis voltar no tempo e reescrever a nossa história. Mesmo que só no papel o nosso final fosse feliz.
Ás vezes me perguntam de você e a minha boca seca: você ainda é o assunto que eu não consigo tocar. Você é o verbo que eu não consigo conjugar, você é a canção que nunca mais tocou… Você é a palavra sussurrada em gritos. Você é minha coragem amedrontada, meu sonho interrompido, minha última tentativa.
Como pode ser a gente sentir tanta falta e não sentir falta alguma ao mesmo tempo? Todos os dias me escondo nas palavras para pensar em ti. Fujo e te encontro nesse mundo só meu e que só eu conheço. Nenhum sentimento humano se encaixa com essa sensação que ficou no meu peito no seu lugar, esse vazio misturado com sabe-se la o que.
Volta e meio vem a saudade me lembrar daquela que eu era e nunca mais tornei a ser desde que você se foi. Como se eu saísse do meu corpo e me enxergasse ainda estática, com o mesmo semblante de mais de um ano atrás. Você mudou. Mudou de vida, mudou de amor, mudou de mim… Mas eu continuo a mesma. Minha, sua e de ninguém.
Meu romantismo exagerado foi embora junto com você. E todas as minhas mudanças depois da sua partida só me mostraram o quanto você ainda me fazia falta. Como se eu tivesse apostado minha última moedinha e agora estivesse a pé na vida, sedenta e desabrigada. De alguma forma você nunca mais saiu da minha cabeça, como um filme que nunca mais parou de reprisar, todos os dias, em todos os horários..
Você chega e me muda como quem vira as páginas de um livro, como quem afasta um móvel. Em contrapartida eu empurro a poeira pra baixo dos traumas.
Durante muito tempo eu quis te esquecer e deixar pra trás tudo de mais bonito que nós vivemos. As mágoas, essas sim eu me apeguei. Os seus erros e o processo de como te transformar na vilã da nossa história que nunca teve bom e ruim.
A convivência se foi, com o tempo, as notícias também. Comemorei todas as vezes que eu pensei que você viria atrás de mim com aquele papo de sermos amigas e você não veio. Eu queria que você viesse, mas de peito aberto. Eu quis voltar no tempo e reescrever a nossa história. Mesmo que só no papel o nosso final fosse feliz.
Ás vezes me perguntam de você e a minha boca seca: você ainda é o assunto que eu não consigo tocar. Você é o verbo que eu não consigo conjugar, você é a canção que nunca mais tocou… Você é a palavra sussurrada em gritos. Você é minha coragem amedrontada, meu sonho interrompido, minha última tentativa.
Como pode ser a gente sentir tanta falta e não sentir falta alguma ao mesmo tempo? Todos os dias me escondo nas palavras para pensar em ti. Fujo e te encontro nesse mundo só meu e que só eu conheço. Nenhum sentimento humano se encaixa com essa sensação que ficou no meu peito no seu lugar, esse vazio misturado com sabe-se la o que.
Volta e meio vem a saudade me lembrar daquela que eu era e nunca mais tornei a ser desde que você se foi. Como se eu saísse do meu corpo e me enxergasse ainda estática, com o mesmo semblante de mais de um ano atrás. Você mudou. Mudou de vida, mudou de amor, mudou de mim… Mas eu continuo a mesma. Minha, sua e de ninguém.
Meu romantismo exagerado foi embora junto com você. E todas as minhas mudanças depois da sua partida só me mostraram o quanto você ainda me fazia falta. Como se eu tivesse apostado minha última moedinha e agora estivesse a pé na vida, sedenta e desabrigada. De alguma forma você nunca mais saiu da minha cabeça, como um filme que nunca mais parou de reprisar, todos os dias, em todos os horários..
Você chega e me muda como quem vira as páginas de um livro, como quem afasta um móvel. Em contrapartida eu empurro a poeira pra baixo dos traumas.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Um pedaço e nenhum inteiro
Vontade de sair correndo ao seu encontro, assim, no meio da madrugada e te pedir pra deixar tudo de lado e voltar pro nosso sonho interrompido.
Não consigo viver com coleção de amores, um pouco aqui, outro pouco lá. Quero um muito. Um inteiro e nenhum pedaço.
Você coleciona paixões, gosta da conquista. Eu sou do tipo que se apaixona todos os dias pela mesma pessoa. Você me culpa pelos seus erros, eu sempre esqueço do passado. Eu tento ser racional mas quando se trata de você nem as ciências são exatas. Você brinca de amores, eu vivo de paixão.
A vida te trouxe e eu te perdi. Mas te guardei como minha lembrança mais bonita.
E toda vez que penso em ti, dou o meu melhor sorriso. O melhor, interrompido, e eterno amor é seu.
Não consigo viver com coleção de amores, um pouco aqui, outro pouco lá. Quero um muito. Um inteiro e nenhum pedaço.
Você coleciona paixões, gosta da conquista. Eu sou do tipo que se apaixona todos os dias pela mesma pessoa. Você me culpa pelos seus erros, eu sempre esqueço do passado. Eu tento ser racional mas quando se trata de você nem as ciências são exatas. Você brinca de amores, eu vivo de paixão.
A vida te trouxe e eu te perdi. Mas te guardei como minha lembrança mais bonita.
E toda vez que penso em ti, dou o meu melhor sorriso. O melhor, interrompido, e eterno amor é seu.
Foi Assim...
Ainda lembro do frio da barriga, do medo e da dúvida que por outras vezes retornaram a mente. Ainda lembro da paisagem nos seus olhos, do segundo que você e eu viramos nós. E foi amor, assim, simples, de cara. Houve paixão, claro, mas até a paixão já era amor, já era algo maior. Foi paz, foi segurança, foram planos. Foram medos e mais medos desconstruídos, verdades aprendidas, descobertas minhas, suas e nossas. Foi bom, ninguém poderia negar. Lembro da primeira briga, coisa boba pra mim, séria pra você. Lembro do meu riso no meio e de como isso te irritava. Das coisas sérias que seguiram. De enfrentar, de afastar. Ainda há dúvidas mesmo sendo tão certo. Ainda há recomeços, novos dias, novas possibilidades. Ainda há você nos meus sonhos, aliás, sonhei com você a noite toda. Eu ainda sou tão sua. Ainda sou a proposta do futuro tranquilo, de paz, regado a amor. Ainda quero viver novas coisas ao seu lado. Ainda quero que você seja quem eu nunca desisti e amei, amei e amei. E fiz feliz. Só um mimo, no seu dia, pra você lembrar e saber que eu ainda lembro como é escrever e me declarar. Por você eu iria até a africa e procuraria a mais linda arara azul.
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